img.jpg
 
 
 
Pagina Inicial
 
Quem Somos
 
Anuncie Aqui
 
Contato
 
Edições Anteriores
 
Culinária
 
Sociologando
 
Belezas Matogrossense
 
Materiais Oficiais
 
 
Documento sem título Sem pdf no momento.
Saúde recomenda que população entre 12 e 39 anos coloque em dia vacinação contra a rubéola

03/07/2008 às 15:27
CAROLINA MIRANDA


O Dia D da campanha “Brasil Livre da Rubéola” está programado para o dia 9 de agosto

A Secretaria de Estado de Saúde (SES), seguindo orientação do Ministério da Saúde (MS) recomenda à população mato-grossense a vacinação contra a rubéola, de homens e mulheres, da faixa etária entre 12 e 39 anos. A meta para o Estado é vacinar 1.520.828 pessoas dessa idade. Desse total, são 774.579 homens e 746.249 mulheres. O Dia D da campanha “Brasil Livre da Rubéola” está programado para o dia 9 de agosto. Além de Mato Grosso, os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Maranhão e Rio Grande do Norte farão campanha junto a esta faixa-etária. A vacinação vai até o dia 12 de setembro.

“Sendo assim, para esta campanha serão disponibilizadas tanto a tríplice viral (rubéola, caxumba e sarampo) quanto a dupla viral (rubéola e sarampo). A tríplice é para a faixa entre 12 e 19 anos e a dupla viral entre 20 e 39 anos de idade. É importante ressaltar a importância da vacinação em massa das pessoas entre 12 e 39 anos, mesmo que já tenham sido vacinados anteriormente, tanto na fase adulta quanto na infância”, destacou o gerente das imunopreveníveis da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Anderson Clementino de Souza.

O gerente lembra ainda que além desse período de campanha, as vacinas contra a rubéola estão a disposição da população durante todo o ano em todos os postos ou unidades básicas de saúde. A vacina contra a rubéola faz parte do calendário vacinal de rotina.

CASOS DA DOENÇA - No ano de 2007, foram registrados 95 casos da doença em Mato Grosso, sendo 55 casos em Sorriso, 20 em Lucas do Rio Verde, 10 em Cuiabá, 04 em Barra do Garças,02 em Nova Mutum, 02 em Várzea Gande, 01 em Juruena e 01 em Alta Floresta. Este ano já foram notificados 11 casos de rubéola, sendo 03 em Sorriso, 02 em Várzea Grande, 02 em Lucas do Rio Verde, 01 em Cuiabá, 01 em Vera, 01 em Campo Verde e 01 em Acorizal.

Conforme Anderson de Souza, a vacina contra rubéola (tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba) foi implantada em 1998 no calendário de rotina e é disponibilizada gratuitamente nos postos de saúde e policlínicas de todo o Estado. A aplicação deve ser feita aos 12 meses de idade (dose única), com um reforço entre os quatro e seis anos de idade.

O gerente explica ainda que a rubéola é uma doença causada por vírus, benigna, mas altamente contagiosa. Não apresenta grandes riscos para o indivíduo, sendo a grande preocupação com as mulheres em idade fértil (até os 49 anos) que não tiveram a doença ou que nunca tomaram nenhuma dose da vacina e que devem ser vacinadas antes de engravidar. Nas mulheres não-imunizadas a aplicação é feita até os 49 anos e, nos homens, até 39 anos de idade na rotina.

Segundo ele, nas mulheres não-imunizadas se a rubéola é contraída na gestação pode resultar em complicações como abortos ou na ocorrência da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC), que se apresenta através de malformações congênitas (surdez, catarata congênita, glaucoma congênito e malformações cardíacas, dentre outras). “A vacinação é a única forma de evitar a doença, interrompendo assim a circulação do vírus selvagem e diminuindo o risco de infecção em gestantes suscetíveis à doença”, disse ele.

A transmissão da doença ocorre pelas vias respiratórias com a aspiração de gotículas de saliva ou secreção nasal. Os principais sintomas são: febre, manchas avermelhadas na pele (exantema) e ínguas na região do pescoço (inchaço dos gânglios linfáticos). O tratamento consiste em controlar a temperatura corporal, ingerir bastante líquido e fazer repouso.

Além da vacinação de rotina, a detecção precoce de casos suspeitos para a imediata ação de bloqueio vacinal das pessoas susceptíveis e que tiveram contato com o doente é uma das principais medidas de controle da rubéola. Por isso, todos os casos suspeitos devem ser notificados nas Unidades Básicas de Saúde para que possam ser adotadas, em tempo hábil, medidas que diminuam o risco de disseminação da infecção para a população. “Desde 1996 a rubéola integra a lista de doenças de notificação compulsória. Em caso de suspeita de rubéola procure o posto de saúde mais próximo. Não tente se medicar sozinho para não ocorrer gravidades no quadro”, recomendou o gerente.

A Secretaria de Estado de Saúde alerta que a Carteira de Vacinação de cada cidadão deve ser, periodicamente, mantida atualizada respeitando o calendário nacional de vacinação.


Fonte: Assessoria/SES-MT

    Topo
 
Untitled Document
ABSOLUTA WEB DESIGN
ABSOLUTA WEB DESIGN